sexta-feira, 9 de abril de 2010

Carrefour, Coca-Cola, Tetra Pak e Akatu se juntam pelo consumo consciente



O apelo sustentável mobilizou gigantes como Carrefour, Coca-Cola e Tetra Pak em prol do consumo consciente. Em parceria com o Instituto Akatu, o elo entre indústria, fornecedores e organizações da sociedade, a ação propõe que os consumidores levem as embalagens de sucos Del Valle utilizadas para a compra de novos produtos da marca com desconto de R$ 0,30.

A promoção será realizada durante três meses, a partir desta segunda-feira, dia 12 de abril, em 10 pontos-de-venda do Carrefour em São Paulo. A iniciativa beneficiará cooperativas que receberão as embalagens descartadas. A meta deste projeto é estimular o engajamento da sociedade no processo de coleta seletiva e reciclagem.

Durante a parceria entre as marcas, a Tetra Pak fará uma demonstração do processo de reciclagem nas lojas do Carrefour. Para o Akatu, a decisão pretende aumentar os índices de reciclagem no Brasil. Já a Coca-Cola vê o projeto como parte de sua cultura de inovação, enquanto o Carrefour mira na promoção de um consumo mais consciente e sustentável.

Por Bruno Mello, do Mundo do Marketing | 09/04/2010

Coca Retornavel x Tabilãs




Coca-Cola aposta em retornável de 1 litro para combater talibãs

O investimento global na nova linha de produção foi de R$ 13 milhões. No final do mês, a fábrica em Jundiaí, a segunda maior do mundo, inicia a operação da nova linha que engarrafará o refrigerante somente em garrafas retornáveis de vidro
Por Karla Spotorno
EXAME

A Coca-Cola decidiu voltar no tempo para atacar um grande inimigo em São Paulo: as concorrentes talibãs (leia a reportagem de EXAME sobre as marcas populares e baratas). No final do mês, quando começa a funcionar uma nova linha de produção em São Paulo, a Coca-Cola Femsa volta a fabricar em escala industrial a Coca em garrafas retornáveis de um litro.
O vasilhame que pontuou a infância da geração com hoje 30 e 40 anos volta às prateleiras de pontos-de-venda escolhidos com um propósito bem definido: capturar o consumidor de baixa renda. "Vamos vender para mercadinhos e supermercados de vizinhança nas áreas onde mora a população de renda mais baixa", afirma Luiz Henrique Lissone, diretor de Operações Brasil da Coca-Cola Femsa, que abastece parte do interior e todo o litoral de São Paulo o que corresponde a cerca de 25% do mercado consumidor de Coca-Cola no Brasil. Segundo Lissone, a garrafa retornável não chegará aos hipermercados
A volta da garrafa de um litro que já sai da fábrica com o preço de 1,19 real estampado na tampa tenta atacar a consolidação dos refrigerantes mais baratos. "É uma das ações [da Coca-Cola] para aumentar a competitividade da marca e capturar o consumidor que por uma série de razões deixou de consumir Coca", afirma o diretor de Operações Brasil.
Apesar de ser vantajoso para o bolso do consumidor, a garrafa retornável exige um investimento pesado da empresa e a estruturação de processos inexistentes no caso das embalagens PET como o retorno dos vidros, a estocagem e a limpeza dos vasilhames. Na nova linha da fábrica em Jundiaí, a segunda maior da Coca-Cola do mundo, a empresa investiu 13 milhões de reais em maquinário, obras civis e na compra dos vasilhames e caixas igualmente desnecessárias no caso das garrafas de plástico, que são embaladas em sacos plásticos.
A nova linha aumentará em 10% a capacidade de produção em Jundiaí. Irá produzir 142 milhões de litros a mais, engarrafados nas retornáveis de um litro e também nas garrafinhas de consumo imediato de 290 ml, tradicional nos restaurantes e lanchonetes, e de 200ml, conhecida como caçulinha e que deixou de ser produzida há décadas. Hoje, a capacidade dessa fábrica no interior de São Paulo é de 1,1 bilhão de litros.

sábado, 27 de março de 2010

Supermercado do Futuro -

Em um mundo que a dependência da tecnologia é tao grande e o hábito de fazer compras faz parte do cotidiano de muita gente, surge a idéia de um novo conceito de supermercados em que o consumidor é identificado por um cartão eletrônico com os dados mais importantes como preferências pessoais de compra, última lista de compras, e o trajeto a ser desenvolvido.

sábado, 13 de março de 2010

Retornar com Retornável? Ecologia ??



Retornar com Retornável? Ecologia??
O mundo está passando por uma difícil fase ecológica, onde as respostas da natureza estão a cada dia mais evidentes e preocupantes. Os grandes desastres ecológicos fazem com que muitas empresas revejam seus conceitos ambientais, e aparentemente passam a adotar uma postura sócio ambiental preventiva. A comercialização de garrafas PET está com seus dias contados segundo muitos ambientalistas, que defendem a idéia da volta de garrafas PET retornáveis ou até mesmo as garrafas de vidro.
Além de um desenvolvimento sustentável as garrafas retornáveis proporcionam um aumento do market share atingindo as classes C e D, onde a decisão de compra é baseada no preço com o intuito de retomar o mercado perdido para os “refrigerecos”.
Coca-Cola aposta em garrafas PET retornáveis para ganhar mercado
Escrito por Dayane — Publicado em 01/09/2008 11:49
A Coca-Cola está apostando na garrafa de PET (Politereftalato de etila) retornável para reduzir o preço de seu produto e conquistar clientes de baixa renda, segundo informações da imprensa nacional.
A tecnologia que já existe há cerca de 20 anos e é utilizada em algumas cidades brasileiras, adota um sistema de camadas que podem ser removidas à medida que o produto é reprocessado para voltar às prateleiras. Apesar do custo mais alto do PET retornável, conhecido como ref pet (termo em inglês para a garrafa que pode ser enchida novamente), a lógica econômica é que ao retornar, o custo para o consumidor cai em 15% já que cada unidade pode ser reutilizada 25 vezes.
Segundo a assessoria de imprensa da empresa, as novas embalagens estão sendo distribuídas no Paraná e em parte do interior de São Paulo pela Spaipa, empresa licenciada dos produtos Coca-Cola, pela Femsa na Grande São Paulo, Minas Gerais e Mato Grosso do Sul, pela Brasal em Brasília, e pela Ipiranga, na região de Ribeirão Preto, interior de São Paulo.
Segundo a assessoria de imprensa, a empresa deve também adotar o PET reciclado e aguarda apenas a homologação de fornecedores pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para utilizar o produto já que a própria entidade deu sinal verde para o uso do PET reciclado.
http://www.revistasustentabilidade.com.br/noticias/coca-cola-aumenta-distribuicao-de-garrafas-pet-retornaveis-no-brasil
Coca-Cola aposta na volta da garrafa retornável de vidro
Velha conhecida dos brasileiros, substituída pela garrafa descartável há alguns anos, garrafa de vidro barateia o produto e gera menos impacto ambiental.
Há mais de um ano, a Coca-Cola do Brasil vem tentando reativar um velho hábito brasileiro: o consumo de refrigerantes vendidos em garrafas retornáveis de vidro.
Esse tipo de vasilhame da coca-cola já pode ser encontrado no mercado em versões de 1 litro e de 200 ml, além das tradicionais garrafas de 290 ml, mais comercializadas em bares e lanchonetes. Essa foi uma aposta da empresa para alcançar os consumidores das classes C e D, já que o uso do vidro barateia muito o custo final da mercadoria. Além disso, o uso de garrafas retornáveis, na maioria das vezes, gera menor impacto ambiental.
As garrafas PETs são feitas de resina, cuja principal matéria-prima é o petróleo, um recurso energético não renovável. Por isso os custos para sua fabricação estão freqüentemente vinculados à instabilidade dos preços desse produto.
Além disso, dados de 2000 da ABEPET mostram que apenas 48% das garrafas PETs que chegam ao consumidor são recicladas, o resto acaba sendo depositado em lixões, rios, córregos, galerias pluviais, além de ocupar lugar nos aterros sanitários. Por isso mesmo, para o meio ambiente e para os fabricantes, o vidro compensa na maior parte das vezes. A estimativa da Coca-Cola é que os custos do vidro sejam um décimo menor do que com o de embalagens descartáveis.
Segundo o estudo da bióloga Andréa Rodrigues Fabi, da Unicamp, mesmo com a necessidade do transporte e da lavagem, os vasilhames retornáveis acabam gerando menos impacto ambiental quando dentro de um raio de 400 quilômetros. A emissão de CO2 e o consumo de energia para a reutilização das garrafas de vidro é menor do que o dispensado para a produção das garrafas PETs, se levada em consideração a distância apontada.
O estudo da pesquisadora levou em consideração a matéria-prima, a energia e o combustível consumidos na fabricação, transporte das embalagens e na coleta para distribuição final.
Assim, para grandes centros urbanos, onde as distâncias são menores devido à concentração de fábricas e estabelecimentos comerciais, o mais racional seria usar as embalagens retornáveis. Para regiões mais isoladas, onde o produto tem que viajar grandes distâncias para chegar ao seu destino final, a melhor opção seriam as garrafas plásticas.
Entretanto, os grandes varejistas ainda resistem em voltar às garrafas retornáveis, pois alegam que, para eles, o custo é maior, já que a grande necessidade de cuidado no manuseio e no transporte desses vasilhames acaba não trazendo vantagens financeiras para o setor.
http://www.akatu.org.br/parceiros/acoes/2006/03/1343

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

MkTnG


Marketing é o processo de planejamento e execução da concepção, determinação de preços, promoção e distribuição de idéias, mercadorias e serviços para gerar intercâmbios que atendam às metas individuais e organizacionais (KEEGAN;GREEN,2006).

O marketing envolve a identificação e a satisfação das necessidades humanas e sociais. Supre as necessidades lucrativamente. É uma função organizacional e um conjunto de processos que envolvem a criação, a comunicação e a entrega de valor para os clientes, bem como a administração do relacionamento com eles, de modo que beneficie a organização e seu público interessado (KOTLER;KELLER,2006).

Para Peter Drucker o objetivo do marketing é tornar a venda supérflua, é conhecer e compreender o cliente tão bem que o produto ou serviço sirva e venda por si próprio.

O marketing como o processo social e gerencial através do qual indivíduos e grupos obtêm aquilo que desejam e de que necessitam, criando e trocando produtos e valores uns com os outros ( KOTLER, ARMSTRONG 1998).

A essência do marketing é o desenvolvimento de trocas em que as organizações e os clientes participam voluntariamente de transações destinadas a trazer benefícios para ambos (CHURCHILL;PAUL PETER,2000).

Subsistência pra sobreviver Consumismo pra Viver!


A expressão anglo-saxônica marketing deriva do latim “mercare”, que definia o ato de comercializar produtos na antiga Roma. Enquanto todo o que se produzia era vendido, ou melhor, era comprado, não havia a necessidade de um esforço adicional de vendas e, portanto, o marketing era desnecessário. Até meados de 1925, muitas empresas nas economias mais desenvolvidas do Oeste europeu e dos Estados Unidos estavam orientadas pela produção. Não havia a preocupação com a venda, uma vez que tudo que era produzido era consumido. A atenção dos fabricantes era apenas com a qualidade de seus produtos. Com essa orientação para a produção não havia qualquer sentido falar em vendas e muito menos em marketing.
Entre 1925 e o inicio de 1950, as técnicas de produção já eram dominadas e, na maioria das nações desenvolvidas, a preocupação era com o escoamento dos excedentes de produção. Os fabricantes começavam então a dar ênfase à forca de vendas, com o objetivo de encontrar compradores para os seus produtos. Uma empresa com a orientação para vendas é aquela que assume que os que os consumidores irão resistir a comprar bens e serviços que eles ao julguem essenciais. Nesse caso, o papel do vendedor passa a ser converceor os compradores acerca dos benefícios de seus produtos. Para subsidiar o trabalho dos vendedores, as empresas começaram a anunciar produtos na expectativa de que os consumidores abram a porta para receber os vendedores. (Marcos, 2009)


Vender pra sobreviver ou enriquecer de vender...

Lucas Esmeraldo

terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

Hipermercado ou Mercado de Bairro?



Hipermercado ou Mercado de Bairro?

Com base nas atuais tendências de consumo, o setor supermercadista brasileiro tenta se adaptar às novas necessidades dos clientes. No auto-serviço existe uma crescente evasão dos clientes de hipermercados para os mercados de bairro em busca de comodidade e diferenciação de atendimento, motivos que na hora da decisão são mais importantes que a busca pelo menor preço.
Mais exigentes por melhores serviços e produtos, os consumidores estão cada vez mais preocupados a respeito do que comprar, quando comprar e onde comprar. A facilidade em encontrar os produtos necessários perto de casa, evitando o desgaste no transito, nas filas dos caixas, e ainda encontrar uma atendimento diferenciado faz o consumidor pensar duas vezes na escolha entre o hiper e o mercadinho da esquina.
Os hipermercados trançam novas estratégias com o intuito de atrair e fidelizar clientes evitando ou diminuindo a evasão para mercados de bairro. Dentre suas estratégias está à presença de centros comerciais que proporcionam ao cliente uma variedade de serviços e atividades como a presença de farmácias, postos de gasolina, banca de jornal, lojas de celulares, caixas bancários, atividades para os filhos como creche e recreação que trazem um grande diferencial frente aos mercados de bairro.


Fica a você escolher o melhor pra você...



Lucas Esmeraldo